Descubra quando você está mais criativo

ideia

Saiba como identificar seus momentos de criatividade e em quais situações sua imaginação fica mais fértil! 

Todo mundo tem um momento especial do dia em que se sente mais disposto e criativo. E alguns estudos, publicados pelo site Life Hacker, afirmam que é possível identificá-los. A ciência criou algumas teorias sobre os momentos em que estamos mais criativos. Uma delas sugere que a criatividade fica mais aguçada quando estamos sonolentos e cansados. Sim! A pesquisa aponta que o nosso cérebro gera soluções mais criativas para os problemas quando estamos com aquela sensação de moleza. Para alguns, isso acontece pela manhã, para outros durante a tarde ou a noite. Obviamente, o estudo afirma que cada organismo possui uma característica individual, portanto, o ideal é prestar atenção nestes três momentos e tentar identificar o seu. Já outra pesquisa acredita que a bebida alcoólica explora a criatividade do ser humano. A ideia é a mesma da teoria anterior: quando você permite que seu cérebro relaxe, você consegue obter respostas mais criativas. Em outras palavras, esta sensação de sonolência, causada pela bebida e pelo cansaço, deixa a sua mente mais leve e, consequentemente, mais criativa. Na mesma linha, uma teoria afirma que o cérebro continua buscando por soluções criativas quando você vai dormir com algum problema na cabeça. O estudo ainda diz que a criatividade entra em ação se, ao acordar, você retomar o assunto.

O oposto também já foi considerado eficaz. A prática do exercício físico pode ajudar quando o assunto é criatividade em alta. A teoria  afirma que quando você se foca no seu corpo, você deixa sua mente mais livre para gerar ideias. Uma outra pesquisa descobriu que quando a criatividade está relacionada a uma rotina, ela tende a aparecer na hora certa. Basicamente, o estudo sugere que se você for uma pessoa organizada, que sempre elabora listas de afazeres e segue sua agenda, você pode “decidir” o momento de ser criativo. Dessa forma, a primeira dica para conseguirmos gerar nosso próprio momento de criatividade é: seja organizado. Outra dica é criar uma planilha onde você possa marcar os momentos e dias em que esteve mais criativo. Assim, é possível começar a identificar como o seu cérebro funciona e quais os momentos em que você pode contar com sua imaginação. Uma sugestão: use aplicativos que permitam inserir comentários em cada faixa de horário do dia, assim você terá ainda mais precisão. Uma sugestão simples e que também dá bastante resultado é anotar o horário em que você teve uma ideia. Anote em um bloquinho ou post it e coloque a hora exata. Com o tempo, analise as “eurekas” e tente identificar em qual momento do dia você esteve mais propenso à criatividade. O app para iOS e Android, chamado “Moment Diary”, é ideal para isso. A criatividade pode ser bastante irregular. Mas, com as dicas acima, dá para começar a entender como a sua funciona. Seja em uma corrida pela manhã, soneca à tarde ou uma bebedeira com os amigos, todo mundo tem um momento certo para criar e solucionar os problemas que, às vezes, nos parecem impossíveis. Pessoalmente, sinto-me mais criativo quando me exercito pela manhã, durante uma caminhada, ou após estudar um pouco à noite.

via http://olhardigital.uol.com.br

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21 exercícios de neuróbica que deixam o cérebro afiado

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Evitar fazer tudo no automático ajuda a turbinar a memória e a concentração.Se o nosso corpo necessita de malhação para ficar sempre em ordem e cheio de disposição, por que com a mente seria diferente?

O cérebro também vai perdendo sua capacidade produtiva ao longo dos anos e, se não for treinado com exercícios, pode falhar. O neurocientista norte-americano, Larry Katz, autor do livro Mantenha seu Cérebro Vivo, criou o que é chamado de neuróbica, ou seja, uma ginástica específica para o cérebro. 

Como funciona a neuróbica? 

A neuróbica consiste na inversão da ordem de alguns movimentos comuns em nosso dia a dia, alterando nossa forma de percepção, sem, contudo, ter que modificar nossa rotina. O objetivo é executar de forma consciente as ações que levam à reações emocionais e cerebrais. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá bom dia, mas que mexem com aspectos físicos, emocionais e mentais do nosso corpo. Esses hábitos ajudam a estimular a produção de nutrientes no cérebro desenvolvendo suas células e deixando-o mais saudável.

Quanto mais o cérebro é treinado, mais afiado ele ficará, mas para isso não precisa se matar nos testes de QI ou nas palavras cruzadas para ter resultados satisfatórios. A neuróbica é ainda mais simples. Em vez de se inscrever em um super desafio de matemática e ficar decorando fórmulas, que tal vestir-se de olhos fechados ou andar de trás para frente? A proposta da neuróbica é mudar o comportamento rotineiro para “forçar” a memória. Por isso, é recomendável virar fotos de cabeça para baixo para concentrar a atenção ou usar um novo caminho para ir ao trabalho. 

O programa de exercícios da neuróbica oferece ao cérebro experiências fora da rotina, usando várias combinações de seus sentidos – visão, olfato, tato, paladar e audição, além dos “sentidos” de cunho emocional e social.

A neuróbica não vai lhe devolver o cérebro dos vinte anos, mas pode ajudá-lo a acessar o seu arquivo de memórias. O que acontece é que com os exercícios você consegue ativar áreas do seu cérebro que deixou de usar por falta de treino.

Quem sempre esteve atento a esta questão terá menos problemas de saúde cerebral, como demência e doenças cognitivas, como Alzheimer.

O desafio da neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria ações automáticas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Exemplos:

 1-Use o relógio de pulso no braço direito;

 2-Ande pela casa de trás para frente;

 3-Vista-se de olhos fechados;

 4-Estimule o paladar, coma comidas diferentes;

 5-Leia ou veja fotos de cabeça para baixo concentrando-se em pormenores nos quais nunca tinha reparado;

 6-Veja as horas num espelho;

 7-Troque o mouse do computador de lado;

 8-Escreva ou escove os dentes utilizando a mão esquerda – ou a direita, se for canhoto;

 9-Quando for trabalhar, utilize um percurso diferente do habitual;

 10-Introduza pequenas mudanças nos seus hábitos cotidianos, transformando-os em desafios para o seu cérebro;

 11-Folheie uma revista e procure uma fotografia que lhe chame a atenção. Agora pense 25 adjetivos que ache que a descrevem a imagem ou o tema fotografado;

 12-Quando for a um restaurante, tente identificar os ingredientes que compõem o prato que escolheu e concentre-se nos sabores mais subtis. No final, tire a prova dos nove junto ao garçom ou chef;

 13-Ao entrar numa sala onde esteja muita gente, tente determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os olhos e enumere-os;

 14-Selecione uma frase de um livro e tente formar uma frase diferente utilizando as mesmas palavras;

 15-Experimente jogar qualquer jogo ou praticar qualquer atividade que nunca tenha tentado antes.

 16-Compre um quebra cabeças e tente encaixar as peças corretas o mais rapidamente que conseguir, cronometrando o tempo. Repita a operação e veja se progrediu;

 17-Experimente memorizar aquilo que precisa comprar no supermercado, em vez de elaborar uma lista. Utilize técnicas de memorização ou separe mentalmente o tipo de produtos que precisa. Desde que funcionem, todos os métodos são válidos;

 18-Recorrendo a um dicionário, aprenda uma palavra nova todos os dias e tente introduzi-la (adequadamente!) nas conversas que tiver;

 19-Ouça as notícias na rádio ou na televisão quando acordar. Durante o dia escreva os pontos principais de que se lembrar;

 20-Ao ler uma palavra pense em outras cinco que começam com a mesma letra;

 21-A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, faça alguma atividade diferente com seu outro lado do corpo e estimule o seu cérebro. Se você é destro, que tal escrever com a outra mão?

 Hábitos saudáveis

 Outra atitude indispensável para manter a memória sempre afiada, é prestar atenção na qualidade de vida. O neurologista Ivan Okamoto sugere um estilo de vida mais tranquilo, com alimentação balanceada, sem vícios e com a prática regular de exercícios físicos para manter o corpo e a mente saudáveis.

“A melhor maneira de manter a memória em dia é cuidar da saúde, por isso é importante evitar cigarro e bebidas alcoólicas, seguir uma dieta equilibrada, praticar exercícios e exercitar o cérebro. Manter a atividade mental, seja trabalhando ou participando de alguma atividade em grupo, ajuda a elevar a autoestima e deixar a memória a todo vapor”, explica o especialista. 

Via: http://www.minhavida.com.br/

15 dicas para facilitar a comunicação em grupos

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  1. Disponha as cadeiras em forma de “U” para que todos se vejam.
  2. Diga sempre: “nós”. Envolva-se no grupo.
  3. Mantenha-se atento. Espere sua vez de falar. Olhe para quem fala.
  4. Não cochiche com o companheiro ao lado.
  5. Peça a vez para falar, refira-se a alguma afirmação anterior.
  6. Sempre que fizer uma afirmação conclua com o “porque”.
  7. Nunca menospreze contribuições que parecerem insignificantes, principalmente se forem emitidas por tímidos.
  8. Nunca afirme: não concordo. Discorde sem dizer que está discordando e todos perceberão sua discordância.
  9. Quando alguém disser algo com que você concorda faça algum sinal de concordância (cria coesão no grupo).
  10. Se a reunião vai mal, proponha uma pausa. Não deixe para criticar depois da reunião.
  11. Quando alguém fizer uma afirmação sem provas, encha-lhe de perguntas como: Por quê? Quando? Como? Onde?
  12. Se a discussão for muito teórica, use exemplos que comprovem as afirmativas.
  13. Procure elogiar em cada pessoa o que for elogiável.
  14. Dê oportunidades a todos os membros do grupo. Preocupe-se com o conjunto.
  15. Se você estiver acima do grupo, procure descer, para depois subir com o grupo. Faça perguntas ao contrário de afirmações. Use palavras que todos possam entender.

Via: http://www.ipastor.com.br/

7 dicas para falar em público

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Houve uma época em que eu não tinha medo. Eu tinha 11 anos e entrei em uma competição de contar histórias. Eu estava confiante e capturando a atenção de todos até que de repente eu ouvi uma voz em frente ao palco comentando sobre meu nariz. A história ficou totalmente desastrosa a partir daquele momento. Eu perdi o foco e esqueci o script completamente. Esse foi o momento exato em que eu comecei a ter certo receio de falar em público. Ao longo dos anos, eu finalmente superei o meu medo de falar em público. Agora posso falar em qualquer situação e, embora o nervosismo ainda esteja lá, eu sou capaz de controlá-lo. Não foi fácil, mas eu fiz isso com a ajuda de livros e algumas técnicas. Espero que estes truques sejam capazes de ajudá-lo, como já me ajudaram a superar o medo de falar em público.

1) Admita o nervosismo

Tudo que você tem a fazer é admitir que você está um pouco nervoso para o seu público. Quando você fizer isso, o público vai ser mais indulgente se o seu nervosismo mostra-se mais tarde. Mais importante é que você vai se sentir mais relaxado agora que eles não estão esperando uma apresentação de classe internacional. Imagine a surpresa quando você der a eles uma grande apresentação apesar de seu nervosismo! A melhor maneira de fazer isso é brincando. Aqui está um bom exemplo: “No caminho para cá, só Deus e eu sabíamos o que iria ser apresentado. (Parecendo um pouco nervoso) Agora, só Deus sabe”!

 2) Redefina o seu público

Redefinir seu público geralmente significa alterar a forma como você o vê. Em vez de vê-los como palestrantes que estão te avaliando, talvez você possa se convencer de que eles são todos colegas que estão na fila para apresentar-se depois. Eles estão todos igualmente nervosos, então não há razão pela qual você deva estar tão nervoso!

Ou percebê-los como amigos que você não vê há 10 anos. Desta forma, você pode manter contato visual tentando descobrir de onde os conhece. Para o público, será uma apresentação muito amigável e pessoal.

Não tente se convencer de que ninguém está por perto como sugerido por alguns livros. É muito difícil se convencer disso quando você está realmente falando para eles.

 3) Invista em recursos visuais

Imagine uma apresentação com slides do PowerPoint e belas imagens impressionando a cada um de seus ouvintes. Metade do tempo, pelo menos, os olhos deles não estarão em você. Isso vai ajudar muito! Você pode então, falar com as pessoas que não estão olhando para você. Quando eles olharem para você, mude seu foco para outras pessoas que não estão te olhando. Dar uma palestra para pessoas que não estão te olhando é sempre mais fácil enquanto você tenta vencer a dificuldade de olhar nos olhos dos ouvintes.

 4) Cometa erros intencionalmente

 Este é outro truque que te encorajo a experimentar. Uma vez deixei “acidentalmente” cair minhas anotações no chão, e enquanto pegava-as, eu avisei que a apresentação ficaria mais confusa depois daquilo. Eu ouvi algumas risadas…

A ideia é ganhar o controle de seu público. Se você pode fazê-los rir e serem mais interativos com você, sua apresentação terá essa sensação casual e poderá se tornar memorável! Finalmente você vai achar mais fácil e prazeroso!

 5) Fale com uma pessoa de cada vez

 Uma das coisas mais terríveis sobre falar em público é a multidão. Basta olhar para a multidão, todos em silêncio para sentir arrepios na espinha!  Para superar isso, você precisa tentar falar com uma pessoa de cada vez.

Escolha um membro do seu público e dedique sua apresentação inteiramente para ele ou ela. Basta assumir que todo mundo não está prestando atenção. Quando alguém lhe fizer uma pergunta, mude seu foco para essa pessoa e responda a pergunta como se vocês dois estivessem em um café conversando. Não é uma das formas mais relaxantes para lidar com uma multidão?

 6) Impressione com sua opinião pessoal

Assim como nos blogs, todos podem copiar um artigo e colá-lo em seu blog. No entanto, as pessoas leem blogs não só para saber sobre as coisas que acontecem, mas saber a opinião do blogueiro em particular sobre o assunto.

Quando você falar ou fizer uma apresentação, tente exprimir alguns de seus pensamentos pessoais sobre o assunto. Claro que isto deve ser preparado desde o início. No entanto, você deve fazê-lo como se as ideias estivessem ocorrendo enquanto você está apresentando. Isso vai diferenciar a sua apresentação. E quando você vir o olhar interessado de seu público, terá elevado sua apresentação para outro novo nível, um nível onde você começar a se divertir!

 7) Divirta-se experimentando

Esta é a dica mais importante de todas. Divirta-se com a multidão. Tente novas maneiras de dar a melhor apresentação para o seu público. Talvez experimentar uma nova abordagem engraçada, ou caminhar ao redor da sala, em vez de ser estático. Divirta-se com experiências sobre o comportamento humano e você verá que falar em público não é tão ruim, afinal.

 Lembre-se que não existem fracassos, apenas resultados diferentes.

Divirta-se!

Via http://www.lifehack.org

Técnicas de aprendizagem

 

Bulgária, Década de 60: a Aprendizagem Acelerada

A partir de estudos iniciados na década de 60, um médico búlgaro – Dr. Georgi Lozanov – criou um método de instrução altamente eficiente, baseado na aplicação de elementos da Teoria da Sugestão à aprendizagem em sala de aula. A sua disciplina,  denominada Sugestologia, tratava do “estudo científico da sugestão”, com vistas ao aproveitamento do potencial do cérebro, inicialmente para fins militares. A sua aplicação à aprendizagem foi denominada Sugestopedia. Em 1966, o governo búlgaro autorizou a abertura de um Centro de Sugestopedia em Sofia, com o objectivo de aprofundar as aplicações daquela disciplina, especialmente no ensino de idiomas estrangeiros. Lozanov utilizava técnicas de relaxamento oriundas da yoga, além de aplicações inusitadas da música clássica. Lozanov acreditava na existência de reservas presentes nos seres humanos, as quais podem ser activadas através de actividade mental inconsciente. Sabemos que tal tipo de actividade mental pode ser provocada a partir do poder da sugestão. A análise do método utilizado por Lozanov permitiu determinar os principais pontos do mesmo:

– apresentação do material didático à mente consciente dos alunos, de modo a despertar a curiosidade e manter o interesse;
– apresentação do material didático à mente não consciente dos alunos, utilizando música e respiração rítmica para induzir um estado de relaxamento favorável à absorção dos conhecimentos;
– activação do material absorvido, através de actividades que objectivam trazê-lo à consciência.

Pode-se dizer, então, que um método utiliza os princípios da Aprendizagem Acelerada se ele inclui essa sequência de procedimentos acima.

Inglaterra, Década de 70: Os Mind Maps®
Na década de 70, o inglês Tony Buzan criou uma ferramenta simples, porém revolucionária: o Mind Map. Alguns livros traduzem essa expressão como “Mapa Mental”, o que é a nosso ver uma tradução literal inadequada.

O Mind Map é um tipo de desenho utilizado para organizar e memorizar um assunto ou conhecimento.

O que um estudante faz, quando quer aprender uma disciplina? Normalmente lê a matéria e, em seguida, elabora um resumo. Ocorre que, conforme estudos realizados sobre o cérebro, os resumos verbais sensibilizam primordialmente o hemisfério cerebral esquerdo, enquanto as figuras e cores de um Mind Map vão sensibilizar também o lado direito do cérebro. Dessa forma, é interessante substituir os tradicionais resumos escritos pelos desenhos criados por Buzan.

Estados Unidos, Década de 80: A Leitura Fotográfica
Em 1986 o americano Paul Sheele, de Minneapolis, iniciou o ensino de uma técnica por ele denominada PhotoReadingä, ou FotoLeitura. Neste método o praticante examina o material a ser estudado, com o objectivo de adquirir um conhecimento inicial do assunto e, principalmente, de despertar sua própria curiosidade e desenvolver a motivação necessária ao passo seguinte. Em seguida, o praticante simplesmente olha para as páginas do livro, depois de entrar em um estado de relaxamento e utilizando uma forma especial de dirigir o olhar para as páginas. Esse procedimento é executado à velocidade aproximada de uma página por segundo. Finalmente, depois de dormir uma noite e deixar que o material seja integrado, o praticante passa à terceira fase, na qual o material absorvido é ativado, ou seja, trazido gradativamente à consciência do “fotoleitor”.

É interessante notar que essa “leitura fotográfica” pode ser considerada um método derivado da aprendizagem acelerada, uma vez que utiliza os três passos básicos da sequência de Lozanov: apresentação do material à mente consciente, exposição do material à mente inconsciente e ativação – recuperação do material para a mente consciente.

Brasil, Década de 90: A Leitura Acelerada
A partir das idéias de Buzan, desenvolvemos os conceitos de Memoforma® e Memograma®.

Uma Memoforma é qualquer recurso destinado a facilitar a memorização. Quando você lê um texto e produz um resumo, com o objectivo de memorizá-lo, esse resumo é uma Memoforma. Não é necessário que uma Memoforma seja um objecto palpável: se você visualizar um procedimento, através de uma série de imagens, com o objectivo de memorizar os passos para a sua execução, esse “filme” mental também será uma Memoforma. E assim, são Memoformas: textos, desenhos, diagramas, objectos, colagens, pinturas, lugares, posturas corporais, etc. Na verdade, qualquer coisa que seja deliberadamente associada a um conteúdo a ser memorizado poderá ser considerada uma Memoforma.

Um Memograma é uma memoforma expressa sob a forma de um diagrama.

Então, um Memograma é inicialmente muito parecido com um Mind Map. Conforme você se desenvolve na construção e utilização desses desenhos, muitas coisas vão acontecendo. Num certo momento, esses desenhos não mais ficarão no papel. Ficarão dentro do seu cérebro. Você construirá uma biblioteca na sua mente, e arquivará os desenhos em estantes, corredores e salões virtuais. E, quando precisar do conhecimento contido em um deles, você irá buscar o desenho e o consultará. E isso acontecerá gradativamente, conforme você praticar.

Você pode usar técnicas de imaginação e auto-hipnose para acelerar esse processo. Pode criar figuras metafóricas que o ajudem a sensibilizar sua mente inconsciente. Eu gosto de trabalhar com o Modelo de Partes. Acredito que tenho uma parte inconsciente que me ajuda a aprender, e falo com ela. Outras pessoas não acham que possuem partes. Preferem falar com guias interiores: um velho sábio, por exemplo, que é capaz de orientá-las na aprendizagem. Outras, ainda, preferem simplesmente entrar em transe hipnótico e pedir à sua mente inconsciente que cuide de tudo para elas. Cada um deve usar a técnica que funcione melhor para si.

E, se você combinar os Memogramas, as idéias da Leitura Fotográfica e as técnicas de acesso à mente inconsciente, você terá a Leitura Acelerada. Nós ensinamos essas técnicas desde 1995, em nosso “workshop” Aprendizagem Acelerada. Mais de quinhentas pessoas já passaram pela experiência de serem introduzidas a esses conceitos revolucionários.

Século 21: o Inconsciente na Aprendizagem
No século que adentramos, a sobrevivência pessoal e profissional de cada um de nós estará vinculada à capacidade de utilizar recursos inconscientes actualmente guardados sob a forma de potenciais não desenvolvidos.

Texto original da autoria de Maurício Aguiar, Engenheiro, Analista de Sistemas e Master Practitioner em PNL. Coordenador do Grupo de Interesse em PNL da SUCESU-RJ. Especialista em Aprendizagem. Co-autor do livro “Aprendizagem Acelerada”, Editora Gente.