Banco do Brasil. Se é bom pro banco, você que se f#¨%$!

Chega a ser retórico dizer que os bancos são os bandidos nº1 do colarinho branco. Estão há décadas no topo da lista de reclamações dos principais órgãos de defesa de consumidor. Dê uma olhada no naipe das principais reclamações! Houve um tempo em que até se questionou se a relação banco/cliente seria mesmo relação de consumo. Mas não resta dúvidas, é uma relação de consumo. Os bancos consomem seu dinheiro com uma fome incrível.

Mas como a roubalheira não tem limites, nem a sem vergonhisse, não bastasse utilizar o jovem galan, faturando em cima do seu tratamento de câncer, o que traz maior comoção na propaganda, o Banco do Brasil (o nome vem mesmo a calhar) apenas recentemente resolveu para de exigir exclusividade como condição para conceder crédito a servidores públicos. Resumindo, você só teria crédito na modalidade conseguir nada consignado, se passasse a se relacionar exclusivamente com ele. Ele só te emprestaria dinheiro, a despeito do seu bom nome na praça, se você aceitasse  pagar lá a manutenção de conta, tarifa de excesso de limite, de cheque especial, de saque, de depósito, de cadeira com rodinha para falar com o gerente, tarifa de esperar menos de 15 horas na fila, tarifa de folha impressa dos dois lados, tarifa de papel higiênico, de cafezinho, de espirro do gerente, etc.

Falta dizer, que pra que o BB “reconhecesse” sua arbitrariedade, foi preciso assinar um termo específico com o CADE. (CAdê o meu Dinheiro, Espertinho? ). No conchavo?  acordo, o banco pagará mais de 100 milhões ao FDD, Fundo dos Direitos Difusos. Ou seja, não se sabe de quem é o direito, muito menos o dinheiro…

Falar mais é bobagem. 

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